MACAU BANGKOK

Relatos de viagens

Sábado, 17 de Maio de 2008

NUM MOSTEIRO - ALGURES NA CHINA


CASCATA EM MULTNOMAH - PORTLAND - AMERICA


MONTE HELEN - PORTLAND - AMÉRICA


LAS VEGAS - AMÉRICA


MEA SAI - TAILÂNDIA


POMPEIA - ITÁLIA


FUNCHAL - MADEIRA


LONDRES - BIG BEN


PARIS - ARCO DO TRIUNFO


Quinta-feira, 15 de Maio de 2008

QUE MARTÍRIO É ESTE











Que martírio é este

Que tragédias!...
Quantas desgraças
Que dor!... e tudo porquê?
Quanta tristeza
Tanta dor...
Tantas mortes inocentes

Dor cruel do destino
Da natureza revoltada
E quão inevitável é seu designo,
Pelo mal que lhe estamos a fazer

O Myammar foi assolado
Como nunca tinha sido
Por ventos ciclónicos e por chuvas torrenciais
Quantas pessoas perceram?
Ninguém ao certo sabe

Posso este sacrificado já
Pela brutal junta militar
Que nem ajudas queria
E que agora as permitindo
Faz delas sua bandeira de campanha eleitoral

Milhares muitos milhares pereceram
Milhões de pessoas ficaram sem abrigo
E que fazemos nós para combater
Todas estas desgraças, todos estes sofrimentos?
Auxiliamos com pouco e nada mudamos

Depois foi a provincia de Si Chuan, na China
Palco de um forte tremor de terra
Que deixou todo o local num caos
São já compabilizadas milhares de vitimas mortais
E milhões ficaram desajoladas

Aqui, porém, os dirigente tomaram medidas
E seu auxilio foi rápido e eficiente
Ao contrário de em Myamma
Mas quem pode
Quem manda e se mete sempre
Em conflitos e em lutas inglórias
Ao longos dos anos nada fez
Para por cobro a tanta injustiva e
Tanta maldade

A natureza se está vingando
De todos os males que lhes temos feito
O tratado de Kyoto bem como
As conversões no Brasil
Foram um fracasso
Porque os donos do mundo
Os maiores poluidores do mundo
Não aderiram para porem em prática
Medidas para se recuperar um pouco
Mais de vida nesta terra moribundo
Preste a falecer


Que culpa temos nós
E todos os inocentes que morrem
Em prole das novas tecnologias
Nenhuma!...

Teremos que ser nós
A combater todos estes males
Compondo a natureza
Plantando mais árvores
E protegendo o pouco
Que ainda nos resta
Para que não soframos
Um novo dilúvio

A todas as pessoas de bem
Olhai por nós
E ajudai o clima, protegendo-nos
De todas estas calamidades.
Deus criou o homem à sua imagem e semelhança. Deus concedeu aos homens a vida, sem sofrimentos e com contacto directo com o Criador.
Mas isso não está acontecendo e o erro é nosso, e como tal estamos pagando pelas nossas faltas, perdendo o estado de vida paradísica e pasando a sofrer e a morrer, até quando meu DEUS!...
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